O Rio Grande do Norte enfrenta um desabastecimento de soros para tratar mordidas e picadas de animais peçonhentos, segundo confirmou o Secretário Estadual de Saúde, Cipriano Maia. Outro insumo em falta é o inseticida malation utilizado pelos carros fumacê no combate ao mosquito aedes aegypti.
Os soros antivenenos e antirábicos, utilizados para tratar mordidas de cobras, escorpiões e morcegos, por exemplo, são fornecidos pelo Ministério da Saúde, mas tiveram "redução considerável" na produção.
Segundo o secretário, o estoque da Sesap está muito reduzido e é insuficiente para o prazo mínimo de regularização, que é de seis meses. Ele afirma que desde 2013 o governo federal vem enviando um número de soros menor do que o solicitado pelos estados. O cenário se deve às adequações necessárias, por parte dos laboratórios produtores, para cumprir as normas exigidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
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