Pelo menos 21 praias do Litoral potiguar ainda têm presença de manchas de óleo, segundo levantamento realizado no último fim de semana pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do estado (Idema). De acordo com o órgão, a situação no estado está controlada, porque o óleo que ainda está nas praias é espalhado de forma espaçada, com pequenas manchas, que têm de um a dois centímetros. Apesar disso, o estado ainda não tem uma solução concreta para o descarte do óleo recolhido pelas prefeituras.
Devido a essa situação mais controlada, o estado não deverá decretar estado de calamidade, a exemplo de outros da região Nordeste. Segundo o diretor-geral do Idema, Leon Aguiar, o Rio Grande do Norte seria o estado com menor quantidade de óleo espalhado nas praias. O órgão, porém, não estimou qual seria essa quantidade.
"As prefeituras devem coletar esse material e armazenar de forma segura. O descarte final, estamos trabalhando, conversando com empresas da iniciativa privada que têm demonstrado interesse em ajudar o estado e receber esse material para dar o descarte adequado, já que é um resíduo perigoso", afirmou na manhã desta segunda-feira (14), durante uma reunião de órgãos federais, estaduais e municipais que aconteceu na Governadoria do Rio Grande do Norte.
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