
Istalações inadequadas, paredes mofadas, mau cheiro. Além disso, 3 mil armas de fogo à espera de perícia. Estes são apenas alguns dos problemas apontados pelo relatório elaborado pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (órgão da União independente, mas que funciona em conjunto com o Ministério dos Direitos Humanos) após visita ao Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte, o Itep. “Atmosfera irrespirável. Um lugar totalmente desumano”, descreveram os peritos que estiveram no local.
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